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Ação de inclusão digital chega à Ilha de Marajó na região amazônica

Cadeia produtiva do açaí será alvo do Semear Digital no Pará

by Redação
outubro 21, 2024
Ação de inclusão digital chega à Ilha de Marajó na região amazônica

No próximo dia 28, uma embarcação parte de Belém (PA) em direção à Breves, município localizado na Ilha de Marajó bioma Amazônia, levando uma comitiva técnica de cerca de 30 pessoas para a expedição interinstitucional de lançamento do décimo Distrito Agrotecnológico (DAT) do Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Agricultura Digital ( Semear Digital ) que vai promover ações de inclusão digital.

O centro é liderado pela Embrapa Agricultura Digital (Campinas/SP), desenvolvido com instituições parceiras e tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Iniciado em 2023, o projeto tem potencial de alcançar até 14 mil pequenas e médias propriedades rurais promovendo soluções de conectividade em processos de produção nos DATs selecionados nas cinco regiões do País.

A programação terá início já na embarcação que, ao longo de aproximadamente oito horas, transportará a comitiva à Ilha. Estão previstas apresentações de detalhamento da missão e a equipe da Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA) vai abordar temas regionais como o manejo de açaizais nativos e de abelhas nativas, cadeias produtivas que serão foco inicial do projeto.

Ao lado da diretora-executiva de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia, Ana Euler , e de especialistas de quatro unidades da Embrapa, a presidente da empresa e pesquisadora responsável pelo Semear Digital, Silvia Massruhá , vai integrar a equipe técnica da visita ao DAT. “Breves tem um contexto diferente dos outros municípios por sua localização no bioma amazônico e numa região com dificuldade de acesso à conectividade –  um grande impulsionador de novas tecnologias no campo”, avalia a dirigente.

Massruhá destaca a oportunidade de atuação com comunidades tradicionais, em especial da cadeia do açaí, além de serviços ambientais, apontando a importância da conectividade para agregar valor com redução de custos. “Na região amazônica, a questão da conectividade enfrenta o desafio adicional das distâncias para que a tecnologia chegue, sendo fundamental, ainda, que os agricultores se sensibilizem com essas alternativas”, diz.

Distâncias – Para encurtar tais distâncias, o ponto focal da equipe técnica é o pesquisador Michell da Costa , da Embrapa Amazônia Oriental, que lida cotidianamente junto ao público local. A equipe da unidade de pesquisa conta com pesquisador marajoara e tem contribuído  com questões de logística e infraestrutura de acesso do projeto às comunidades – localizadas em local de características ambientais únicas, com alta pluviosidade e  umidade e temperatura elevadas, indica.

Com a chegada do projeto,  Costa vê espaço para o centro de pesquisa atuar em Breves com soluções já desenvolvidas para as características locais e que podem ser potencializadas e potencializar a presença do Semear Digital na região. “É uma oportunidade que também permite a  troca de saberes e ajustes de tecnologias para que realmente possam ajudar nas transformações que eles desejam”, avalia.

A cultura está entre as oito variáveis da metodologia de atuação do Semear Digital junto aos DATs, desenvolvida pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA/SP), parceira do projeto. A ideia é que a conectividade e a agricultura digital não cheguem descoladas da realidade das comunidades, mas fortaleça seus modos de expressão e de vida.

Visitas técnicas e troca de experiências integram a programação

Em 30 de outubro será realizado o lançamento do DAT Breves – que é o ambiente de produção em que serão realizadas as atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologias emergentes pela equipe multidisciplinar e multiinstitucional do Semear Digital. O objetivo é apresentar e divulgar os objetivos e metas do projeto junto a produtores, bem como a representantes de associações, sindicatos, prefeitura, universidades e empresas de tecnologia, entre outros.

Como forma de dar um panorama dos trabalhos que já vêm sendo realizados e potenciais resultados a serem alcançados pelas comunidades no âmbito do Semear Digital, a programação incluiu a participação de representante do DAT Caconde (SP), município que atuou como piloto do projeto, com atividades em desenvolvimento há quatro anos.

“O ponto focal Ademar Pereira, de Caconde, é um líder nato empolgado e pode motivar a comunidade de Breves neste início dos trabalhos, indicando possibilidades de articulação na busca de recursos por meio de políticas públicas e arranjos locais para apoio e manutenção das ações de médio e longo prazos”, aponta a coordenadora de parcerias do Semear Digital, Luciana Romani, ao justificar o convite à liderança.

A programação inclui visitas técnicas às comunidades Jupatituba, em 29/10, e de Santo Ezequiel Moreno, em 31/10. Serão apresentadas as ações desenvolvidas pela Embrapa Amazônia Oriental, como a experiência do Centro de Referência em Manejo de Açaizais Nativos do Marajó – Manejaí (Foto) e o projeto Sustenta Inova Bem Diverso –  que atua com agroextrativistas, visando ao manejo sustentável e de sistemas agroflorestais.

O encontro de técnicos com processadores da cadeia de açaí, em Belém, também está na agenda. O objetivo é o diálogo com atores do segmento a fim de coletar informações e promover o esclarecimento de dúvidas relacionadas à produção e comercialização do fruto.

Integram a comitiva a Breves: especialistas da Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Roraima e Embrapa Cerrados além de equipes de pesquisa da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), Instituto de Economia Agrícola (IEA/SP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e, ainda, profissionais de comunicação da Fapesp.

Fonte: Embrapa

 

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Tags: agricultura familiaragromaisembrapaglobalizacaoinclusao digital
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