A Guarda-Costeira dos Estados Unidos apreendeu, nesta quarta-feira (7), dois navios-petroleiros em águas internacionais sob a alegação de descumprimento de sanções comerciais impostas à Venezuela. As ações ocorreram com respaldo em mandados expedidos por um tribunal federal norte-americano.
De acordo com autoridades dos EUA, as embarcações tinham ligação com o transporte de petróleo venezuelano. Um dos navios, o Marinera, de bandeira russa, foi interceptado no Atlântico Norte, em uma área próxima à zona econômica exclusiva da Islândia. Segundo a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, o petroleiro vinha sendo monitorado há semanas e teria adotado manobras para evitar a abordagem, incluindo a troca de bandeira e a alteração do nome no casco.
O segundo navio, identificado como M/T Sophia, foi apreendido nas proximidades do Caribe. O Comando Sul dos Estados Unidos informou que a embarcação operava em águas internacionais em desacordo com as sanções vigentes e será escoltada até território norte-americano.
Em manifestações públicas, autoridades dos EUA reforçaram que o bloqueio à comercialização de petróleo venezuelano segue em vigor e que embarcações envolvidas nesse tipo de operação continuarão sujeitas a interdição, independentemente da localização.
A ação gerou reação do governo russo. O Ministério dos Transportes da Rússia classificou a apreensão do Marinera como violação do direito marítimo internacional, citando a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que assegura a liberdade de navegação em alto-mar. Moscou afirmou ainda que perdeu contato com a embarcação após a abordagem das forças norte-americanas.
Com informações da Ag. Brasil
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