O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (14) o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) referente ao mês de maio, sinalizando uma retração de 0,7% na economia brasileira em comparação com abril. O índice, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), mostra desaceleração no curto prazo, embora o ritmo de crescimento no acumulado do ano permaneça positivo.
Segundo os dados do BC, o desempenho de março e abril — com altas de 1,136% e 1,19%, respectivamente — continua sendo o principal suporte para o avanço de 3,4% registrado nos cinco primeiros meses de 2025. No trimestre móvel encerrado em maio, o IBC-Br aponta crescimento de 1,7%, sinalizando uma tendência de desaceleração, mas ainda com saldo positivo.
Setores-chave como agropecuária e indústria seguem contribuindo para o desempenho da economia. O setor agro registra crescimento acumulado de 2% no trimestre março-maio, reflexo de boas safras e exportações aquecidas. A indústria, por sua vez, avança 1,5% no mesmo período, sustentada por setores como alimentos, papel e celulose e energia.
Na comparação anual — entre maio de 2024 e maio de 2025 — o IBC-Br acumula alta de 4%, sinalizando um ritmo de recuperação mais robusto em relação ao ano passado, apesar das oscilações recentes.
A próxima divulgação do PIB oficial será feita pelo IBGE e poderá confirmar ou ajustar as tendências apontadas pela prévia do Banco Central. Especialistas avaliam que, embora o recuo em maio mereça atenção, o resultado do primeiro semestre ainda se alinha com as projeções de crescimento moderado para 2025, impulsionado pelo agronegócio, pelo consumo doméstico e por investimentos em infraestrutura.
Com informações do Gov.br
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