Agentes de frigoríficos no Brasil têm exercido pressão sobre os valores de compra de novos lotes de boi gordo, acompanhando as recentes desvalorizações da carne no mercado interno. Segundo pesquisadores do Cepea, esse movimento reflete a preocupação dos demandantes com os preços da proteína.
Do lado da oferta, há uma maior disponibilidade de vacas no mercado spot nacional, uma vez que esses animais ganharam peso desde o retorno das chuvas. Além disso, o volume de bovinos oriundos de confinamento é superior ao registrado no mesmo período do ano passado, o que contribui para a ampliação da oferta e pode impactar os preços.
Apesar da pressão no mercado interno, as exportações de carne bovina seguem em crescimento. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), na parcial de fevereiro, a média diária de embarques está em 10 mil toneladas, um aumento de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2024.
O setor segue atento ao equilíbrio entre oferta e demanda, tanto no mercado doméstico quanto no comércio exterior, fatores que influenciam diretamente as cotações do boi gordo no Brasil.
Com informações do Cepea
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