O momento é de baixa nos preços internacionais do cacau. E diante desse cenário, produtores brasileiros, em especial da Bahia, têm se manifestado contra as importações “exageradas” de amêndoas do continente africano feitas pela indústria. Em especial, da Costa do Marfim, que aumentaram 17% em 2025. A presidente executiva da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau, Anna Paula Losi, explicou que a produção no Brasil não é autossuficiente, e que o momento de aperto nas margens dos lucros é apertada não só no Brasil, mas em todo o mundo.
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