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Home Agricultura & Agropecuária

Balança comercial começa 2026 com superávit robusto e exportações em aceleração

by Redação
janeiro 19, 2026
Balança comercial tem superávit de US$ 1,5 bilhão na 2ª semana de outubro

A balança comercial brasileira iniciou 2026 com desempenho fortemente superavitário, sustentado por exportações em expansão e importações em retração. Nas três primeiras semanas de janeiro, o saldo positivo alcançou US$ 3,8 bilhões, resultado de US$ 14,98 bilhões em vendas externas e US$ 11,2 bilhões em compras do exterior. Os dados preliminares foram divulgados em 19 de janeiro pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O resultado, porém, não foi linear ao longo do mês. Apenas na terceira semana de janeiro, as exportações somaram US$ 5,1 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 5,4 bilhões, gerando déficit semanal de US$ 244 milhões. Ainda assim, o acumulado mensal aponta avanço expressivo na comparação anual.

Até a terceira semana, a média diária das exportações chegou a US$ 1,36 bilhão, 18% acima da média de janeiro de 2025, de US$ 1,15 bilhão. No mesmo período, a média diária das importações caiu 2,6%, de US$ 1,04 bilhão para US$ 1,02 bilhão. Como resultado, a corrente de comércio média diária totalizou US$ 2,3 bilhões, com saldo médio de US$ 341,51 milhões, e crescimento de 8,2% frente ao ano anterior.

No acumulado até a terceira semana, as exportações somaram US$ 14,99 bilhões, alta de 18%, enquanto as importações recuaram 2,6%, para US$ 11,23 bilhões. Isso levou o superávit a US$ 3,76 bilhões, um salto de 222,1% em relação a janeiro de 2025. A corrente de comércio atingiu US$ 26,22 bilhões.

O desempenho por setores mostra um movimento assimétrico entre exportações e importações. Pelo lado das vendas externas, todos os grandes segmentos registraram crescimento na média diária frente a janeiro de 2025. A indústria extrativa avançou 32,6%, com aumento de US$ 108,39 milhões por dia. A agropecuária cresceu 16,6%, acréscimo de US$ 28,54 milhões, e a indústria de transformação teve alta de 10,9%, equivalente a US$ 69,99 milhões adicionais por dia.

No acumulado mensal até a terceira semana, a agropecuária exportou US$ 2,21 bilhões, a indústria extrativa US$ 4,85 bilhões e a indústria de transformação US$ 7,85 bilhões. O crescimento agregado das exportações foi puxado por alguns produtos específicos. Na agropecuária, destacaram-se animais vivos, com expansão de 157,9%, milho não moído, com alta de 50,1%, e soja, que disparou 164,5%. Na indústria extrativa, sobressaíram minérios de cobre e concentrados, com aumento de 240,3%, minérios de metais preciosos, que avançaram 4.171,8%, e petróleo bruto, com crescimento de 33,9%. Na indústria de transformação, chamaram atenção carne bovina, com alta de 54,4%, produtos semiacabados de ferro e aço, com 74,9%, e ouro não monetário, com expansão de 119,8%.

Houve, contudo, recuos relevantes em alguns itens. Na agropecuária, caíram as exportações de trigo e centeio não moídos (-38,2%), café não torrado (-32,6%) e algodão em bruto (-16,4%). Na indústria extrativa, recuaram fertilizantes brutos (-65,1%), minérios de níquel (-100%) e minérios de alumínio (-70,1%). Na indústria de transformação, registraram queda sucos de frutas (-55,1%), tabaco descaulificado (-57,7%) e alumina (-49,5%).

Do lado das importações, o movimento foi de retração generalizada. A agropecuária reduziu compras em 26%, para US$ 0,23 bilhão. A indústria extrativa recuou 8%, totalizando US$ 0,51 bilhão, e a indústria de transformação caiu 1,7%, ainda assim somando US$ 10,41 bilhões.

A queda das importações foi influenciada principalmente por menores aquisições de trigo e centeio (-23,8%), cacau em bruto (-99,9%) e látex e borrachas naturais (-45%) na agropecuária. Na indústria extrativa, diminuíram as compras de outros minerais em bruto (-26,1%), carvão (-9,9%) e petróleo bruto (-20,5%). Na indústria de transformação, houve recuo nas importações de óleos combustíveis (-16,2%), motores e máquinas não elétricos (-59,8%) e geradores elétricos (-54%).

Mesmo com a retração geral, alguns produtos registraram aumento nas importações. Na agropecuária, cresceram as compras de pescado (6,8%), milho (25,6%) e outros cereais como centeio e aveia (200,7%). Na indústria extrativa, avançaram minérios de alumínio (86,1%), outros minérios de metais de base (119,7%) e gás natural (25,9%). Na indústria de transformação, destacaram-se cobre (155,2%), veículos de passageiros (114,1%) e veículos de carga e uso especial (43,6%).

O início de 2026 sinaliza um cenário favorável ao superávit comercial, impulsionado por preços e volumes robustos de commodities, especialmente soja, milho e minerais, enquanto a demanda por importações segue contida. Se essa tendência se mantiver, o resultado de janeiro poderá consolidar um ponto de partida positivo para a balança comercial ao longo do ano.

 

Com informações do Gov.br

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