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Home Agricultura & Agropecuária

Feijão preto recua em 2025, enquanto estoques baixos sustentam preços do carioca

by Redação
dezembro 29, 2025
Feijão preto recua em 2025, enquanto estoques baixos sustentam preços do carioca

Composição Grãos de Feijão - Catálogo 2012

Os mercados de feijão preto e carioca seguiram trajetórias distintas ao longo de 2025, refletindo diferenças relevantes na oferta e no equilíbrio entre produção e consumo. Dados do Cepea indicam que, enquanto as cotações do feijão preto ao produtor recuaram cerca de 36,4% na comparação entre as médias de 2025 e 2024, os preços do feijão carioca se mantiveram firmes, com valorização de 8,3% para os lotes de melhor qualidade, classificados com notas 8,0 e 8,5.

Segundo os pesquisadores, o movimento está diretamente associado ao excedente disponível de cada tipo. No caso do feijão preto, a oferta foi mais ampla, pressionando as cotações. Já o carioca enfrentou menor disponibilidade, o que contribuiu para a sustentação dos preços ao longo do ano.

A produção nacional de feijão em 2025 caiu 4,3%, totalizando 3,06 milhões de toneladas. Considerando os estoques iniciais, de 296,5 mil toneladas, além das importações, estimadas em 13,9 mil toneladas, a oferta interna alcançou cerca de 3,37 milhões de toneladas, volume 4,8% inferior ao registrado no ano anterior, conforme dados da Conab. Do total disponível, aproximadamente 2,8 milhões de toneladas devem ser destinadas ao consumo doméstico e 464,2 mil toneladas à exportação.

Com esse balanço, o estoque projetado para dezembro de 2025 é de apenas 106,8 mil toneladas, suficiente para suprir cerca de duas semanas de consumo no país. Esse nível reduzido de estoques tende a atuar como fator de sustentação dos preços em 2026, especialmente para o feijão carioca.

No recorte por tipo, a Conab aponta crescimento de 14% na produção de feijão preto, que alcançou 811,3 mil toneladas. Em sentido oposto, a colheita de feijão carioca recuou 10,3%, somando 1,65 milhão de toneladas, enquanto o feijão-caupi teve queda de 7,2%, para 600,2 mil toneladas.

No comércio exterior, as exportações brasileiras de feijão atingiram 501,2 mil toneladas até novembro, estabelecendo um recorde histórico anual, de acordo com a Secex. A Índia se manteve como principal destino, respondendo por 60,7% dos embarques no período. As importações seguiram pouco expressivas e totalizaram 12,3 mil toneladas nos 11 primeiros meses do ano.

Com informações do Cepea

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