O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (29) que o aumento de 50% nas tarifas imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros terá impacto limitado na economia, embora prejudique consumidores e empresas de forma localizada. A declaração foi feita durante a 16ª edição do Macro Vision, em São Paulo.
Segundo Haddad, até o momento não foi necessário recorrer à Lei de Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional, para retaliar os Estados Unidos.
“Impacto macro na economia não vai ter nessas medidas anunciadas. Agora, micro vai. E atrapalha muitas famílias brasileiras esse tipo de comportamento que estamos observando”, disse o ministro.
Haddad afirmou esperar que as tarifas sejam revistas, apontando que os efeitos são negativos para ambos os países.
“Não penso que [o tarifaço] vá durar. Sempre acredito que o bom senso irá prevalecer. Temos de apostar nele, sem bravata. O presidente não fez um único discurso de animosidade. Muito pelo contrário. Vamos resolver. Estamos caminhando com dignidade para uma negociação”, acrescentou.
A posição do governo busca transmitir otimismo diante de um aumento tarifário que atinge setores estratégicos da exportação brasileira, como carnes, açúcar e suco de laranja, ao mesmo tempo em que sinaliza disposição para o diálogo com Washington.
Com informações da Ag. Brasil
Fique por dentro das principais notícias do Agro no Brasil e no mundo!
Siga o Agromais nas redes sociais: Twitter | Facebook | Instagram | YouTube.
Tem uma sugestão de pauta? Nos envie pelo e-mail: agromaisproducao@gmail.com.
Acompanhe nossa programação 24 horas na TV — Claro: Canal 189 e 689 | Sky: Canal 569 | VIVO: 587
