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Home Agricultura & Agropecuária

Governo reúne indústria e agro para discutir tarifas dos EUA e alinhar resposta nacional

by Redação
julho 15, 2025
Governo reúne indústria e agro para discutir tarifas dos EUA e alinhar resposta nacional

O governo federal iniciou, nesta terça-feira (15), uma rodada decisiva de reuniões com representantes da indústria e do agronegócio para discutir as medidas a serem adotadas diante da taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos a todos os produtos importados do Brasil. As discussões são coordenadas pelo recém-criado Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, instituído por decreto para reagir de forma articulada e estratégica à ofensiva tarifária anunciada pelo presidente Donald Trump.

A primeira reunião, pela manhã, foi com empresários do setor industrial. No período da tarde, o diálogo se estenderá ao agronegócio — setor que pode ser duramente afetado pela medida, especialmente nos segmentos de carnes, celulose, suco de laranja, açúcar e café.

Ao abrir os trabalhos, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reforçou que o Brasil buscará diálogo, mas com firmeza.

“Vamos trabalhar com serenidade, mas com a responsabilidade de defender os interesses do Brasil. Essa medida dos Estados Unidos é totalmente inadequada”, afirmou.

Alckmin lembrou que o governo brasileiro já havia tentado negociar antes do anúncio das tarifas.

“No dia 16 de maio encaminhamos uma proposta, que até hoje não foi respondida. Na semana do anúncio, técnicos dos dois países ainda estavam em diálogo. Não houve sinalização da medida que seria tomada unilateralmente por Washington”, criticou.

Indústria presente

A reunião com representantes da indústria contou com lideranças de peso de diversos segmentos. Entre os presentes estavam Francisco Gomes Neto (Embraer), Ricardo Alban (CNI), Josué Gomes da Silva (Fiesp), José Velloso (Abimaq), Paulo Hartung (Ibá), Haroldo Ferreira (Abicalçados) e representantes dos setores têxtil, alumínio, aço, componentes automotivos, madeira processada e rochas ornamentais.

Alckmin reforçou que a taxação afetará diretamente empresas norte-americanas com negócios no Brasil, destacando que “não é apenas o exportador brasileiro que perde, mas também o consumidor e a cadeia produtiva dos Estados Unidos”. O governo brasileiro pretende acionar empresas americanas com atuação no país para que também pressionem pela reversão da medida.

Participaram da reunião diversos ministros e lideranças do governo federal, como Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), além de representantes do Itamaraty e da equipe diplomática em Washington.

Na avaliação do governo, a medida é injustificada, considerando que os Estados Unidos têm superávit comercial com o Brasil há mais de 15 anos. O próprio vice-presidente Alckmin apontou que “dos dez produtos que os EUA mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa zero”.

Contramedidas em análise

A regulamentação da Lei de Reciprocidade Econômica foi publicada nesta terça-feira (15), dando ao governo instrumentos legais para aplicar contramedidas equivalentes. A depender dos desdobramentos nas próximas semanas, o Brasil poderá retaliar produtos norte-americanos, conforme previsto no direito internacional e nos acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Segundo o governo, a meta neste momento é aprofundar a escuta com os setores produtivos e identificar os impactos específicos para calibrar uma resposta proporcional, técnica e coordenada — com foco em minimizar danos à economia nacional e preservar empregos e investimentos.

Agronegócio na sequência

Na parte da tarde, o comitê ouvirá representantes do agronegócio, que pode sofrer impactos ainda mais imediatos e expressivos, diante da alta participação nas exportações brasileiras. A expectativa é de que entidades como CNA, FPA, Abag e representantes de cadeias como carnes, grãos e frutas tragam dados e sugestões para embasar o posicionamento do Brasil nas instâncias diplomáticas e comerciais.

Com informações do Gov.br

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